set 12 2017

Marcela Temer: O Terror das Feministas!

Marcela Temer na cerimônia de posse de Dilma Roussef

Em janeiro de 2001, durante a posse da presidente eleita Dilma Roussef, quem roubou a cena foi a esposa do então vice-presidente Michel Temer, Marcela Temer.

Sua beleza e juventude estamparam as capas de jornais e revistas, destacando-a mais que a própria presidente.

Foi o estopim para que as feminazis se indignassem internet afora, alegando que a mulher só é vista como objeto e valorizada pelo seu aspecto físico.

Na época, uma blogueira feminista queixava-se:

“Eu nunca falo mal individualmente de alguém. Não gosto de pornografia, mas nunca que vou insultar uma atriz pornô.

Considero a prostituição algo muito danoso pras mulheres em geral, mas as prostitutas têm a minha solidariedade.

Pô, o problema não é a prostituta, é a prostituição.

E não só eu não falo mal de alguma modelo ou miss, como também não digo que são mulheres fúteis e vazias.

Fútil e vazio é um concurso de miss, não as participantes em si.
O problema não é Marcela Temer, e eu nunca disse que era.

O problema é dar-lhe mais atenção (e essa atenção é unicamente por ela ser jovem e bonita) que é dado à primeira presidenta e a um momento histórico.”

Aparentemente, nada de incomum, mas existe um paradoxo aí:

Pensando na igualdade de gêneros, que é o que as feministas alegam lutar, deveríamos estar acostumados com a ideia de termos uma mulher na presidência, correto?

Portanto, se não ficamos perplexos com esse fato, o objetivo foi alcançado, concorda? A igualdade venceu!

Porém, Marcela Temer continuou incomodando as feminazis, ou melhor, as feminazis continuaram se incomodando com Marcela. Sejamos justos.

Qual o problema de Marcela ter tido mais destaque do que Dilma? Vamos tentar entender.

A mente feminista

Releia a citação do blog feminista postada mais acima e pense o que pornografia e prostituição têm em comum.

Elas têm em comum o fato de reduzirem o poder feminino a quase zero. Que poder? O sexo, oras!

Prostituição e pornografia reduzem o sexo a uma mera transação comercial. E numa transação, quem tem o Money dita as regras, simples assim.

Na pornografia, o homem paga para ter um alívio para suas necessidades masculinas.

Na prostituição, ele literalmente paga para ter o coito.

A obsessão feminista

Feministas são obcecadas por sexo e por tudo que tenha relação com ele.

Elas chegam a falar de sexo mais que os próprios homens!

Algumas mais radicais, como Andrea Dworkin, chegam a afirmar que mesmo sob consentimento, o sexo é um estupro!

O desenvolvimento de um anticoncepcional masculino, que em breve deverá chegar ao mercado, tem deixado as feministas em pânico!

O medo vem da possibilidade de o homem tirar da mulher o controle sobre a concepção! É mole?

Na liturgia feminazi, é constante a associação entre “sexualidade masculina” e “opressão” visando tornar a sexualidade feminina em algo divino.

Portanto, o homem, ao exercer sua sexualidade, estaria cometendo uma heresia ao profanar a sexualidade feminina!

O caso Julian Assange

Julian Assange, um dos conselheiros do WikiLeaks, teve relações sexuais consentidas com Sophia Wilen e Anna Ardin.

Passados alguns dias, elas comunicaram-se e resolveram denunciá-lo à polícia alegando terem sido estupradas! Assange inclusive se tornou procurado pela Interpol.

Consegue imaginar a loucura que ficaria se essa moda pegasse? Imagine dias após transar com uma mulher, ela simplesmente retira o consentimento e manda te prender sob a acusação de estupro!

Pois essa é uma das distopias feministas de controle sobre o homem!

Distopia é um mundo imaginário e distorcido, geralmente opressor e totalitário.

Deixamos claro que não apoiamos nem incentivamos o estupro em circunstância alguma.

Só estamos evidenciando o absurdo de se instrumentalizar o sexo a fim de prejudicar conscientemente a outra parte.

O ideal feminista

A meta feminista é usar politicamente o Estado para regulamentar o sexo conforme a vontade delas.

Por esse motivo é que elas exigem que o governo tome providências contra a pornografia e a prostituição, afinal, ambas dão maior autodeterminação ao homem.

Tendo o Estado ao seu lado, elas têm o poder de racionar e controlar o sexo, ofertando ou negando a fim de controlar a relação e manter o homem na linha e subserviente a elas.

Apesar de alegarem que querem a liberdade sexual da mulher, na verdade elas desejam o controle sexual do homem.

Quer mais liberdade sexual que posar para uma revista masculina e ser muito bem paga para isso? Pois é, mas as feministas criticam isso!

No pensamento feminista, é mais que óbvio que quem deve exercer esse controle sobre a sexualidade masculina são elas!

O sexo transforma-se então em ferramenta de controle.

E onde Marcela Temer se encaixa nisso tudo?

Marcela Temer, “bela, recatada e do lar”, lembra as feminazis de duas coisas que elas odeiam:

  1. Por mais bem sucedida que uma mulher seja, mesmo sendo uma presidente da república, nenhum homem irá desejá-la sexualmente por isso se ela não for atraente.
  2. Marcela Temer demonstra que beleza é poder, e que a maioria dos homens e das mulheres estão dispostos a fazer essa troca.

Nestes termos, Marcela é realmente mais poderosa que muita mulher de carreira!

Não é à toa então que as feministas difamem o poder da beleza, pois mulheres bonitas como Marcela Temer arruínam todo projeto de controle masculino pelas mulheres!

Ironicamente, as feministas ignoraram que Marcela é formada em Direito, e que Michel Temer escolheu uma companheira condizente com seu status político.

Elas tentam de todas as maneiras colocar as mulheres bonitas como vítimas do machismo, mesmo que estas não se sintam assim, sendo em verdade beneficiárias de sua beleza.

Por fim, imagine um encontro entre Marcela Temer e uma feminista:

Certamente Marcela diria diplomaticamente que apoia a causa feminista. Seria como um milionário exaltando a humildade para elogiar um pobre coitado! Kkkk

 

Obs.: este post foi revisado e adaptado do artigo de Shâmtia Ayômide do blog Reflexões Masculinas antigo.

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