dez 06 2017

Natureza animal e instinto

natureza animal e instinto

Descobrir e compreender como as coisas funcionam é um grande desafio. E sabemos que nem sempre o que descobrimos tem concordância com as coisas que acreditávamos até então.

Neste post, você verá que conquistar uma garota não precisa ser algo complicado, mas precisará entender como as coisas funcionam. 

Começaremos falando um pouco sobre nós, sobre como “despertamos” para esse novo universo e como o instinto evolutivo ainda trabalha no seres humanos em pleno século XXI.

Não é um post que encerrará todo o assunto, pelo contrário, estamos apenas dando o pontapé inicial em nossa trajetória rumo ao conhecimento.

Vamos nessa então.

Um pouco sobre nós

Foi em meados de 2011 que descobrimos o universo PUA (Pickup Artis ou Artistas da Sedução). A primeira reação foi de espanto e de certa discordância, mas à medida em que íamos estudando, analisando e, principalmente, aplicando os ensinamentos na vida real, fomos observando que a coisa realmente funcionava.

Muita coisa aplicamos à nossa vida, e podemos afirmar que colocamos a casa (emocional) em ordem desde então. Mas não sem antes experimentarmos longos processos dolorosos de transformação.

Diversos métodos, vários mentores, as mais diversas situações. Chegamos à conclusão que, se existem “n” formas de se fazer uma coisa, ela não deve ser assim tão difícil. E realmente não é.

Mas, onde está o problema então?

Participando de fóruns e comunidades de discussão internet afora, passamos a notar que, se o parágrafo anterior é verdadeiro, o problema não está fora de nós, nas mulheres, na sociedade, na família, no meio ambiente ou no que quer que seja.

O problema está na famosa pecinha que neste momento deve estar entre o teclado (ou o celular) e o assento. Por essa razão, muitas das nossas participações nessas comunidades davam-se em tópicos onde sentíamos que o colega encontrava-se aflito, emocionalmente fragilizado. E, pelo teor e qualidade das nossas respostas nessas discussões, sempre fomos muito procurados via MP (mensagem privada) para opinar sobre relacionamentos.

Aqui começaram as consultorias

Muitos desses rapazes que nos procuraram foram acompanhados por vários meses e viraram verdadeiros amigos, e as “consultorias” que fazíamos a eles duravam até que tivéssemos algum desfecho, positivo ou negativo.

Após o desfecho, grande parte perde o interesse e se afasta, mas acabam sempre dando uma passadinha para dar um “alô” de vez em quando. Encaramos isso com bastante naturalidade. Outros ainda se tornaram grandes amigos desde então para nossa felicidade.

Retomando…

Mais acima, escrevemos:

“Diversos métodos, vários mentores, as mais diversas situações.
Chegamos à conclusão que, se existem “n” formas de se fazer uma coisa,
ela não deve ser assim tão difícil. E realmente não é.”

Conquistar uma garota não precisa ser complicado. Pelo menos não deveria, pois é algo natural e básico de nossa espécie. Logo, a natureza deveria se encarregar de facilitar as coisas. Reprodução e sobrevivência são as forças que movem praticamente todos os seres vivos, humanos inclusos. Então, relacionamentos não precisam, em tese, serem complicados.

Em tese, mas infelizmente temos a tal da “seleção natural”, instinto inato, especialmente nas mulheres, que tentam selecionar o melhor homem para se relacionar. Se utilizarmos de uma linguagem mais “biológica”, diríamos que as fêmeas selecionam os melhores machos para acasalarem.

Natureza animal e instinto

Apesar de causar algum frenesi em algumas pessoas, não vemos com maus olhos esse linguajar, já que não passamos de meros animais. Racionais, é claro, mas que em muito, e em especial nos processos de atração e conquista, somos parecidos com nossos irmãos irracionais e com nossos antepassados pré-históricos.

O instinto animal ainda prevalece, mesmo na era da tecnologia. Mudaram apenas alguns fatores que destacam os melhores homens na visão das mulheres.

Se antigamente elas selecionavam os melhores caçadores, os maiores e mais fortes, hoje elas optam pelos mais bem-sucedidos financeiramente, mas ainda trazem muito dentro de si o desejo inconsciente pelo macho viril, meio ogro até.

Não é incomum vermos mulheres casadas com homens ricos tendo casos com pés-rapados. O marido provê financeiramente ela e a prole. O pé-rapado satisfaz seus desejos sexuais.

Claro que isso não é uma regra, mas é relativamente comum. O inverso também ocorre, visando uma possível vantagem (quem sabe, segurança?!) material.

Objetivos do homem e da mulher

Temos de lembrar que, biologicamente falando, o objetivo animal do homem é fecundar a mulher. A maior quantidade possível, de preferência, e se a sociedade permitisse, é claro.

O que segura nossa onda, pelo menos para a maioria dos homens, são as convenções sociais, as regras éticas e morais.

Porém, ao contrário de nós, o objetivo animal da mulher não é o homem, mas o filho. O homem é apenas o intermediário, o veículo que vai possibilitar a ela ser mãe.

Isso explica em parte o porquê de os homens serem postos de escanteio assim que o bebê do casal nasce. E, mesmo que fique em segundo plano, a maioria dos homens segue ao lado da esposa (há os que dão no pé!), uma, pelo amor ao filho, e outra, muito pelas mesmas convenções sociais citadas.

Ele neutraliza-se, luta contra sua própria natureza animal em prol da família. E, se a cada ano uma nova criança surgir, provavelmente nunca mais ele será tratado pela mulher como na época de namoro.

Espantoso? Polêmico? Talvez. Mas é aqui que começa o seu “despertar”, nobre amigo.

Recapitulando…

Dissemos no início que, se existem várias maneiras de se conseguir uma coisa, essa coisa talvez não seja tão complicada assim. E de fato não é.

Em seguida, mostramos que os problemas não estão nas coisas ou nas pessoas, mas em nós mesmos. Não dissemos, mas isso facilita bastante nosso trabalho se não nos autosabotarmos.

Seguindo em frente, contamos brevemente nossa história e como começaram as consultorias.

E, encerrando este post, falamos um pouco sobre nossa natureza animal, dando uma pincelada mostrando como nossos instintos primitivos ainda influenciam nossas vidas, e que, se não fossem os condicionamentos sociais, não teríamos mudado muito do que eram os nossos antepassados no tempo das cavernas.

O assunto, é claro, não se encerra aqui. Muitas pontas ficaram soltas e precisam de respostas. Continue conosco e aprofundaremos cada vez mais nossos conhecimentos.

Forte abraço!

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