dez 03 2017

Pênis Pequeno

penis pequeno

Ter o pênis pequeno ou não tão grande é uma preocupação recorrente a muitos homens, especialmente os adolescentes. Aqui, faremos uma breve análise sobre isso.

Será que elas preferem mesmo homens bem dotados ou é apenas um mito? O tamanho influencia no prazer? Existem outras formas de proporcionar prazer às mulheres?

Vamos descobrir. 

Insegurança por ter o pênis pequeno

Homens, em especial os mais jovens, geralmente mais inseguros, têm bastante dúvidas com relação ao tamanho de seus pênis, e buscam informações acerca do tamanho ideal e de métodos de alongamento peniano.

Talvez receiam não conseguirem uma vida sexual de qualidade, já que acreditam na lenda de que as mulheres apreciam mais os pênis grandes, o que lhes causa um temor de serem trocados por caras bem dotados.

Porém, o que eles não sabem, ou não acreditam, é que para as mulheres normais, tamanho não é documento. A felicidade sexual feminina envolve muitos outros fatores, que vão muito além do próprio brinquedo masculino.

Mulheres de má-fé, cientes da paranoia que acomete boa parte do homens, podem aproveitar-se da situação quando querem implicar, agredir ou mesmo zoar um homem, ridicularizando o tamanho. Existem ainda as ninfomaníacas que talvez desejem mesmo um membro avantajado, mas estas são minorias, não a regra.

Mas esses são casos excepcionais e, até pelo contrário, é muito comum nos consultórios ginecológicos as mulheres se queixarem de desinteresse por seus companheiros porque sentem dores na relação devido ao tamanho do pênis.

O prazer feminino

A felicidade sexual feminina é alcançada quando muitos outros fatores, como afeto, admiração, confiança e grau de intimidade e erotismo são preenchidos, o que só se acontece na prática sexual recorrente com o mesmo parceiro por um longo período.

Sendo assim, mesmo que o pênis não seja um colosso, a mulher ainda amará seu parceiro se a base afetivo-erótica-emocional estiver forte. E isso independe apenas da ligação carnal, mas também da ligação espiritual entre o casal.

Também deve ser levado em conta o ciclo hormonal feminino, dividido em quatro fases e onde só uma delas é propícia à fecundação (o período fértil), o que faz com que ela tenha uma melhor resposta orgástica independente do tamanho do pênis do companheiro.

O prazer feminino ocorre desde a parte externa, com o clitóris, como a interna, em todo o canal vaginal, até as áreas de grande rugosidade conhecidas como o Ponto G, como se fosse a “raiz” do clitóris do lado de dentro, próximo à entrada.

Se um pênis bem rígido, mesmo que pequeno, conseguir friccionar essas áreas de grande prazer, ainda que não alcance toda a extensão do canal vaginal, a própria “sanfona vaginal” se ajustará para acolhê-lo, e se o homem souber movimentar-se com habilidade, o orgasmo feminino será alcançado.

Essa rigidez, aliás, pode ser mais facilmente conseguida com membros menores e normais do que com grandes, visto que a quantidade de sangue exigida é menor. Lembro de uma amiga contando o quanto ela sofreu com um namorado porque tinha que “trabalhar muito” para manter o bichão dele duro, e que ela preferia um menor e “mais esperto”.

Voltando a falar sobre o prazer feminino, também é possível fazer a mulher ter orgasmos através do estímulo clitoriano externo, auxiliando assim na satisfação do casal na cama.

Além da questão hormonal comentada mais acima, a mulher tem o tempo de excitação diferente do homem, atingindo o orgasmo bem depois de seu parceiro. Trabalhar esse ponto, buscando retardar o orgasmo masculino para que o casal chegue junto ao clímax, é uma maneira de melhorar a satisfação da mulher na cama.

Um homem que goze muito rápido e que não saiba se movimentar legal dentro da vagina, independente do tamanho de seu pênis, deixará a garota insatisfeita.

A estrutura vaginal

A vagina tem sua estrutura interna bastante elástica, cujo canal apresenta uma série de anéis de músculos com áreas rugosas, numa espécie de “sanfona”, para que se adapte com muita naturalidade ao pênis e facilite o parto.

Por sua vez, o pênis tem a glande (cabeça) em formato de tampa, para que os espermatozoides não escapem do canal vagina, podendo prosseguir para o útero.

Os anéis vaginais também exercem essa função, além de irem “ordenhando” o pênis através de movimentos como que sugando o sêmen para dentro.

Apesar da vagina poder se adaptar à maioria dos pênis, membros extremamente grandes ou muito pequenos podem ter dificuldade em engravidar uma mulher devido à adaptação mais difícil.

Vagina laceada

Existem alguns mitos na sociedade, e entre eles está o de que, mulheres que já pariram teriam a vagina mais largas e flácidas devido à saída do bebê, e que apenas pênis grandes dariam conta de proporcionar prazer.

É um mito ridículo, afinal, em poucas semanas a vagina já terá voltado à sua conformidade natural, adaptando-se novamente à maioria dos membros masculinos.

Apenas mulheres multíparas, que tiveram muitos filhos, e que, portanto, não reservaram um tempo à recuperação vaginal, podem apresentar alguma flacidez, que pode ser corrigida com cirurgia.

O que realmente importa

É natural que os homens, especialmente nos tempos de hoje, se preocupem em satisfazer suas mulheres, tanto pelo prazer quanto pela fidelização delas.

É importante, então, que fiquem cientes que o tamanho em si não importa, e pode até doloroso e ruim para a mulher, mas importando sim sua rigidez, movimentação e boa duração no coito.

Portanto, se você tem um pênis não muito avantajado, mas que seja bem rígido e “alegre”, e você consegue controlar a ejaculação até que sua companheira lhe alcance no nível de excitação, aliados a cumplicidade, segurança e confiança entre o casal, o tamanho é o que menos importará na hora do “rala e rola”.

Desencana então, meu jovem, e viva seus bons momentos!

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