nov 09 2017

Submissão consentida

submissão consentida

O Tango é extremamente sexy exatamente por mostrar a entrega da mulher para o homem em quem confia

Submissão consentida é quando a mulher admira e confia tanto em seu parceiro que consente em submeter-se a ele nas várias decisões a serem tomadas dentro do relacionamento.

Já as feministas, têm horror a qualquer tipo de concessão que uma mulher faça a um homem.

Neste post, analisaremos um caso real sobre o assunto sob a ótica masculinista, para o terror das feminazis. 

Um caso real de submissão consentida

Outro dia, numa roda de amigos, uma das mulheres que participava da conversa contou que quem escolhia e comprava todas as suas roupas era o seu marido. Todos da roda ficaram boquiabertos, inclusive eu.

Defensor da liberdade individual, independente do gênero, num primeiro momento achei um absurdo ouvir aquilo. Porém, no decorrer da conversa, as coisas começaram a fazer sentido.

Essa pessoa, que vou trocar o nome para Joice, é uma mulher que possui nível superior, trabalha e tem um bom salário, e que não tem nada que a amarre a contragosto ao seu marido.

Este, também formado e com um bom emprego, trabalha longe, muitas vezes em outros estados ou mesmo em outros países. Por esse motivo, acabam ficando juntos poucos dias no mês.

Podemos afirmar, então, que ela é completamente livre para fazer o que bem entender na ausência do marido. Ela vai ao shopping quando quer, ao supermercado, ao cabeleireiro, sai tomar sorvete e, eventualmente, até compra alguma peça de roupa ou de calçado, entre outras coisas que queira fazer.

Sim, compra roupas para si eventualmente, pois prefere que seu marido escolha e compre as roupas para ela. E, temos de dar o braço a torcer, ele tem de fato bom gosto.

Perguntei a ela se isso era uma exigência do esposo ou algum tipo de coerção, ou ainda, se era para evitar algum acesso de ciúmes e fúria. Rindo de nossa preocupação, ela negou e reafirmou que preferia mesmo que ele comprasse suas roupas.

Vamos, agora, analisar o fato sob a ótica masculinista.

Democracia

Em toda sociedade em que impera a democracia, ocorre o exercício consentido do poder. Os cidadãos consentem que o governo e as pessoas imbuídas de cuidarem dele exerçam esse poder.

O não consentimento por parte da população instalaria o caos na sociedade, já que não haveriam regras e hierarquias. Portanto, todos submetemo-nos consentidamente a um governo, às suas autoridades e às suas regras.

Sem isso, viveríamos num caos absoluto.

A democracia nos relacionamentos

Da mesma maneira, é fundamental que haja uma democracia nos relacionamentos para que impere a ordem.

Na prática, é necessário para o bem da relação que haja uma ordem das coisas. E, histórica e naturalmente, espera-se que o homem exerça o papel dominante do casal.

As mulheres adoram e necessitam serem conduzidas por homens fortes e firmes de caráter, submetendo-se consciente e consensualmente a ele, e não porque ele utilize de opressão, mas sim porque a mulher escolhe dar esse poder a ele.

“Ah, mas você está sendo machista e isso e aquilo…” – você pode estar se questionando.

OK, então responda isto para mim: como as mulheres rotulam os homens que não exercem esse domínio, não têm opinião própria, não sabem conduzir o relacionamento e preferem deixar nas mãos delas o controle sobre tudo? Como são popularmente chamados pelas mulheres os homens submissos?

Resposta: “bananas”.

Se elas chamam de “bananas” os homens que recusam exercer a autoridade que elas estão lhes dando, significa que esperam que eles o exerçam! Ficou claro?

Elas se sentem bem, confortáveis e protegidas estando ao lado de homens que não têm medo de se assumirem como os machos da espécie. E reforço que isso nada tem a ver com truculência, opressão ou força física.

Voltando à Joice

Joice é uma dessas mulheres. Feliz porque em sua relação existem ordem, regras e hierarquia. Não que seu marido, por ser homem, seja melhor do que ela, mas porque ela confia que pode conceder seu poder a ele.

Ela pode questionar as decisões de seu esposo? Claro que sim. Pode mostrar a ele que talvez existam outras alternativas e pontos de vista? Obviamente que sim.

Mas ela também sabe que questionar tudo, apenas por questionar ou para desafiar, gera um desgaste desnecessário de tempo e de energia, colocando em risco o futuro do casal.

Consenso

Enquanto desenvolvia este post, colhi algumas opiniões femininas sobre o assunto, e, para o frenesi das feminazis, TODAS as mulheres do grupo entrevistado foram unânimes em dizer que não concordam com o feminismo, não se consideram feministas e que homem “banana” elas não querem nem perto.

Disseram que homem tem mesmo que tomar as rédeas nas mãos, porém, não pode fazer dessa autoridade consentida uma desculpa para o autoritarismo e a opressão.

Resumindo, vocês têm por dever exercer sua masculinidade, mas tomando o cuidado de não descambar para os excessos, impedindo que a mulher exerça também a sua liberdade de direito.

Felizes agora, nobres amigos?

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